O Meu Pequeno Grande Mundo
Olá o meu nome é Liliana. Criei este blog com objectivo de partilhar um pouco do meu mundo a quem quiser perder uns minutos a ler umas linhas de algo que tenha marcado a diferença em mim.
sábado, 21 de janeiro de 2012
sábado, 3 de dezembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Diferente...
Diferente do que a maioria pensa;
Diferente daquilo que se considera previsível.
Não queria estar a ter esta conversa comigo, mas agora que comecei, irei em frente. É incrível, o que os acordes de uma música podem desencadear; Como as palavras soam e nos fazem mudar de perspectiva, como nos rompem sonhos e nos congelam momentos, situações e nos oferecem silêncio!
São cidades reconstruidas, vividas e cheias de tudo, preenchidas por rostos e palavras cravadas a sangue ou a tinta! São nossas, as amarguras da alma, os riscos em destaque numa página, o ficar ou o seguir.
Por vezes, criamos outro rosto, outra cara, outra vida… enganamo-nos pois, ela é nossa, faz parte por muito que a tentemos ignorar. Escolhemos mal! Para alguns admitimos, para outros mentimos, é tão mais fácil ocultar parte desta cidade, destas paredes marcadas, escritas e delineadas. É então, construído um texto perfeito sem lapsos, sem pontos fracos e com tudo a favor… tão leviano como cruel.
Por hoje, é tudo! Vou desligar…
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Prosa
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um céu de tom escarlate..
Posso dizer que faz tempo que não te pego.. que não mexo nestas palavras....
Eis que chega a noite...
As cigarras silenciam-se, o calor abrasador deu lugar ao vento fresco que percorre este espaço enquanto o sol se põe.
O céu pinta-se com tons carmesins, escarlate... um vermelho fogo, misturado com tantas outras cores que não achamos possível. Fiquei focada a ti, parece-me que a cada lufada de ar um novo rastilho é acesso, com a certeza de que o amanha terá um pouco mais do hoje, com mais cigarras que gritam e se agitam debaixo de tal temperaturas! Poderá parecer irritante, mas é a aquilo que lhes está destinado, apenas podem seguir tal caminho, dia a pós dia!
São paisagens como estas que me esquecem a alma e me deixam pensar que amanha sentirei tudo isto e voltarei a sorrir, pois já faz parte. :)
Liliana, 11 de Setembro de 2011
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Natureza
domingo, 31 de julho de 2011
Até já Leiria...
Nunca sorri tanto na vida com vontade de chorar. Deixar isto para trás custa tanto, deixar pessoas, deixar imagens e vontades… deixar sonhos. Agora chega a realidade de ter de dizer adeus, a realidade de algo que vem agora, vem de novo. Novo rumo, novo percurso. Vamos em frente que não sou mulher de me ficar!
Aqui levo Leiria, levo as saudades, os bons momentos, os sorrisos os abraços e as noites. Levo tudo porque enquanto quisermos as vivências não desaparecem. Escolhi duas armas: o papel e a imagem, a fotografia, a expressão de um momento e as horas, as várias horas. Escolhi-as com pormenor de quem seguiu em frente, mesmo com os atritos, por este caminhos, antes desconhecidos, e, agora, tão nossos… Com estas caras que antes não nos eram nada e agora nos dizem tanto, são partes, fragmentos de experiência vivenciadas por nós.
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saudades,
universidade
sexta-feira, 22 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Algo platónico...
Hoje, mais que nunca preciso de uma partilha entre o eu e a folha de papel, tendo como condutor a caneta que agarro nas minhas mãos.
Estou insaciável e nada me pára a mente. O que me leva a dizer:
Preciso de cativar, de pegar nas linhas e viciar-me a elas como alguém que tem um amor proibido. Este não pode acontecer, mas existe, exprime-se entre as veias, o palpitar acelerado de vários corações… entre os olhares apavorados de quem quer algo e não o tem, de alguém que precisa de avançar mas recalcula a rota a cada milésimo de segundo. Quase como se fosse necessário encontrar o novo rumo antes mesmo de cair na tentação.
Corre-se contra o tempo para não mostrar nada, há que conter expressão e forças repletas de vontades. Como? Nem sei! Por vezes, lá se revela mais um pouco daquilo que os dois amantes tentam esconder, a todo o custo, gota por gota, folha por folha, dá-se conta de um amor pouco real. Quem sabe algo platónico. Correspondido? Possivelmente! Vive-se num quarto, um sonho, numa cama vazia e fria o modelo pouco atractivo de seguir. Silencia-se o pranto de cada uma destas personagens, numa história com muito pouco de autêntico. Fica-se pelo simples pecado mortal de olhar, contemplar cada vontade, cada espaço, cada palavra. Olhos nos olhos há um tom assertivo de tudo aquilo que cada um pensa. Será caso para se dizer, tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
Chega o comboio, os desconhecidos olham-se, observam-se com a certeza de que faltam segundos para se desfazerem dos pequenos desejos. Fecham-se as portas, pára o tempo, segue o seu percurso, desfaz-se o sonho e vive-se com ele. Volta-se a realidade rotineira de cada dia, agora, com alguém para procurar!
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diário de bordo
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